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Elevadores: Saiba como uso indevido e falta de manutenção aumentam risco de acidentes

Acidentes que envolvem o uso de elevadores em prédios são ocorrências que tem se tornado comuns, em qualquer parte do país.

O uso inadequado e a falta de manutenção contribuem para que os aparelhos que servem para ajudar o usuário das edificações – fazendo inclusive com que este ganhe tempo – se transformem numa dor de cabeça para o passageiro, e até mesmo uma tragédia como o caso recente da idosa que faleceu após uma falha mecânica do aparelho de um prédio em João Pessoa.

O que mais tem colaborado para a ocorrência destes acidentes são os maus costumes de quem utiliza o elevador. Segundo especialistas, são as pequenas ações do usuário que mais ajudam para o desgaste das peças que compõem o aparelho. Pequenas atitudes em relação ao equipamento farão toda a diferença no bom funcionamento deste.

Apertar o botão de acionamento do elevador várias vezes, sobrecarregar a cabina com excesso de peso, pular ou fazer brincadeiras, além de derramar qualquer líquido dentro da cabina vão, são hábitos que, pouco a pouco, danificam o sistema elétrico e comprometem o equipamento.

No caso da insistência do usuário em chamar o elevador por várias vezes através do botão de acionamento, o dano maior é que o acionamento ficará registrado no sistema elétrico e poderá ser ativado em alguma ocasião não programada. As brincadeiras indevidas, por outro lado, vão ajudar a desnivelar o aparelho, e a danificar o cabo de sustentação ao qual a cabina está presa.

“Enquanto isso, a água derramada no solo da cabina pode escorrer para a parte interna do elevador, onde há os sensores de andar e que também podem ter o funcionamento comprometido”.

As ocorrências mais comuns dentro dos elevadores são a trava entre os pavimentos – quando a cabina para de funcionar subitamente por conta de uma pane no sistema elétrico, entre um andar e outro –, a falta de luz – ocasionada pelo mesmo motivo, ou queda na energia elétrica –, e a falha no cabo de sustentação – onde o cabo se rompe, por já estar desgastado culminando na queda livre da cabina.

A maior parte dos possíveis defeitos guardados pelos elevadores não estão visíveis ao usuário, pois ficam no espaço onde está instalada a cabina, por isso, é preciso uma série de medidas que podem ajudar na preservação do aparelho, e consequentemente, evitar os acidentes.

Precauções

Os avisos acabam sendo um dos fatores mais importantes. “O elevador deve estar inteiramente sinalizado sobre o peso máximo permitido, o acompanhamento de crianças por adultos, a proibição do ato de fumar, e a restrição ao uso, caso o usuário estiver molhado.

Também é importante estar sempre a dois passos do elevador antes de entrar na cabina, prestar atenção ao indicador de pavimentos, e à cabina – que sempre estão acima da porta.

No entanto, o elevador precisa de manutenção independentemente de como ele é utilizado, pois suas peças acabam por se destacar naturalmente devido ao uso contínuo do aparelho. Por isso, também cabe ao administrador do prédio, agendar vistorias de seis em seis meses com o objetivo de verificar possíveis defeitos, e repor as peças gastas.

Além disso, existem sinais que podem denunciar um elevador defeituoso como o desnivelamento da cabina com o piso, e o funcionamento do elevador ao subir, descer, e parar nos pavimentos.

No caso de emergência, é preciso manter a calma, e nunca tentar sair do elevador por conta própria, ou com a ajuda de pessoas sem treinamento que estão na parte externa do elevador.O usuário deve fazer contato através do botão de emergência, chamar o Corpo de Bombeiros e aguardar pelo socorro. Apenas esses profissionais têm o conhecimento adequado para realizar um resgate.

Lembre-se: Jamais deve-se utilizar o elevador em caso de incêndio no prédio.

Fonte: Web

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